
Inesperadamente o Lobo morreu, deixando o éter entregue ao comercial.
Será muito difícil encontrar outro como o António Sérgio.
Se em 30 anos não soubemos de ninguém com o seu nível de conhecimento, será agora que vai surgir??
Toda a musica que conheço a devo a ele, que com aquela voz inconfundível, ia soletrando noite após noite no Rotação, no Rolls Rock, no Som da Frente,no Lança-chamas, n'A Hora do Lobo e recentemente no Viriato 25, bandas das quais nunca tínhamos ouvido falar e que mais tarde seriam do agrado geral. Programas que foram marcos no conhecimento musical de quem atrás das colunas seguia ávido de conhecer o som mais à frente que se ia produzindo lá fora e cá dentro. Os X&P viram a luz pela sua mão, os Mão Morta não lançavam um disco para o mercado sem a aprovação do Mestre. Duma calma imensa e com um carisma inigualável o Mestre divulgou o melhor.
Nada pudemos fazer para o seu regresso e a melhor forma de o homenagear foi estar presente na sua despedida nos Prazeres onde descansa agora no jazigo de família.
E disse-se em uníssono: Obrigado Mestre.
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Para um conhecimento de tudo o que se vai passar aqui fica o ...
Programa Festas 2009
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Os Sonic Youth estão de regresso em 2009 com mais um álbum da sua longa e produtiva carreira que ao longo destes quase 30 anos, já viu nascer duas dezenas de originais.
O trabalho deste ano de nome "The Eternal" já roda intensamente cá em casa. E claro, que aguardo a chegada ás lojas, em Junho, para adquirir a parte física da obra.
Aqui fica um video "What we know" em estudio de tv deste fabuloso album.
Sonic Youth - What We Know
O trabalho deste ano de nome "The Eternal" já roda intensamente cá em casa. E claro, que aguardo a chegada ás lojas, em Junho, para adquirir a parte física da obra.
Aqui fica um video "What we know" em estudio de tv deste fabuloso album.
Sonic Youth - What We Know
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Hoje no Barreiro, vai decorrer mais um episódio da tour "Ventos Animais" que está neste momento a "rock'n'roll rolar" e o Auditório Augusto Cabrita, vai servir de palco a mais uma noite de culto Mão Morta.
Duma actualidade irrepreensivel fica aqui uma letra do álbum "HÁ JÁ MUITO TEMPO QUE NESTA LATRINA O AR SE TORNOU IRRESPIRÁVEL" de 1998.
Se se repetir a apresentação prévia do tema, então será mais ou menos assim: "...e o nosso próximo tema é um manifesto contra o trabalho e a desenfreada exploração capitalista".
AS TETAS DA ALIENAÇÃO
[Adolfo Luxúria Canibal / Miguel Pedro]
testemunha ocular da miséria mental que é mistificar a tristeza banal de viver a juntar tanta coisa vital para a vida vulgar parecer divinal e com isso ocultar a pobreza real de um gesticular reduzido a sinal não consigo calar a origem deste mal que nos anda a atacar a todos por igual tudo assenta no consumo e produção são as tetas desta nossa alienação trabalhar ou morrer é-nos dado escolher o trabalho é direito transmutado em dever não se pode morrer já lá diz o preceito e se formos a ver não há nada a escolher para sobreviver o trabalho é foral não morrer consumindo não se chama viver o consumo é o aval para se ir produzindo e com seu acrescer fecha o ciclo infernal tudo assenta no consumo e produção são as tetas desta nossa alienação são as tetas o consumo e a produção são as tetas da nossa alienação
P.G.R.
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Duma actualidade irrepreensivel fica aqui uma letra do álbum "HÁ JÁ MUITO TEMPO QUE NESTA LATRINA O AR SE TORNOU IRRESPIRÁVEL" de 1998.
Se se repetir a apresentação prévia do tema, então será mais ou menos assim: "...e o nosso próximo tema é um manifesto contra o trabalho e a desenfreada exploração capitalista".
AS TETAS DA ALIENAÇÃO
[Adolfo Luxúria Canibal / Miguel Pedro]
testemunha ocular da miséria mental que é mistificar a tristeza banal de viver a juntar tanta coisa vital para a vida vulgar parecer divinal e com isso ocultar a pobreza real de um gesticular reduzido a sinal não consigo calar a origem deste mal que nos anda a atacar a todos por igual tudo assenta no consumo e produção são as tetas desta nossa alienação trabalhar ou morrer é-nos dado escolher o trabalho é direito transmutado em dever não se pode morrer já lá diz o preceito e se formos a ver não há nada a escolher para sobreviver o trabalho é foral não morrer consumindo não se chama viver o consumo é o aval para se ir produzindo e com seu acrescer fecha o ciclo infernal tudo assenta no consumo e produção são as tetas desta nossa alienação são as tetas o consumo e a produção são as tetas da nossa alienação
P.G.R.
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